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Confira análise de American Army’s, shooter do exército americano


Há alguns dias postamos sobre o lançamento gratuito de American’s Army: Proving Grounds, jogo de tiro oficial do exército americano, disponível somente na PSN Americana (Leia aqui). Muitas pessoas tentaram baixar o jogo já no dia do lançamento, e quem conseguiu se deu bem! Logo depois ele foi retirado do ar devido a falhas com os servidores e a previsão é que retorne no dia 11/7, próxima atualização da PSN Store. De acordo com os produtores, o jogo voltará com o problema totalmente solucionado.

O Gamepress conseguiu fazer o download a tempo e jogar. Nas primeiras tentativas era evidente o problema de conexão, com muita demora para encontrar salas semi-desertas. Mas depois do primeiro patch (1.01) a situação melhorou e foi possível ingressar em salas cheias e o jogo correndo liso. Dia 4, última terça, saiu a atualização 1.02 que prometeu solucionar todos os problemas relacionados a criação e entrada em partidas. Mas vamos ao jogo!

Familiar, mas nem tanto

American’s Army: Proving Grounds é um shooter, e isso é inegável. Quem está acostumado com COD, BF ou R6 Siege vai pegar os comandos facilmente. Gatilho atira, botões de ombro jogam granadas e por aí vai. A tela inicial já mostra um pouco da característica do jogo, que difere da correria dos shooters modernistas e prefere a cautela, afinal a saúde só pode ser recuperada usando a bandagem, que também é necessária caso prefira reviver um aliado – com direito a massagem cardíaca.

A ambientação do game traz um pouco da imponência do exército, com imagens de treinamentos militares, por exemplo, durante a tela de loading das partidas. Mas primeiro fui fazer o tutorial. Ele é bem básico e me lembrou jogos antigos com temas de guerra, em que aqueles alvos pretos com forma  humana se movimentam para treinar tiro. Nesta parte do jogo é possível testar todo tipo de armamento disponível no jogo e também aprender comandos básicos como agachar e rastejar. Mas vamos ao que interessa: Matar os outros!

O foco do jogo é o multiplayer e as partidas podem terminar por objetivo ou matar todos da equipe inimiga – também é possível imobilizar o oponente, impedindo que receba bandagens de parceiros de equipe. As disputas são rápidas e vão direto ao ponto, principalmente quando os hosts definem séries de partidas na mesma configuração. Aí elas começam uma em sequência da outra sem carregamento. O problema é que acaba-se jogando em poucos dos mais de 20 mapas existentes.

Sempre tem um mas…

Os gráficos do jogo estão abaixo dos blockbusters do gênero, mas isso nem chega a incomodar quando a ação começa. E a diversidade e customização de armas e personagens é bem pouca também. Alguns bugs do jogo irritam, mas foram raros nas partidas em que disputamos.

 

Já os snipers, esses sim irritam! Quase todos os players ficam com armas de longo alcance, possibilitando inclusive contorná-los – só precisa ficar atento aos passos, que são bem altos quando o personagem está em pé e quase nulos quando anda agachado. A comunicação com voz sobre IP é essencial para a ambientação do jogo, aumentando as conversas entre as equipes. Outra coisa que não agradou é a falta do replay quando te matam(você passa a assistir membros da sua equipe e torcer para que te revivam), mas isso dá pra entender do ponto de vista competitivo e de seriedade que envolve o game.

Por fim, é um jogo que diverte mas nunca irá tirar jogadores de COD, BF ou R6 Siege. Mas é free!


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